quarta-feira, 26 de junho de 2013

Revoltas contra os britânicos África do Sul

A Revolta Bambatha 1906 África do Sul, última resistência armada contra o colonialismo.
A Revolta Bambatha revolta Zulu contra o domínio britânico e a tributação em Natal , África do Sul , em 1906. A revolta foi liderada por Bambatha kaMancinza (1860-1906), líder do clã AmaZondi do povo Zulu, que viviam no Vale do Mpanza, um distrito perto Greytown, KwaZulu-Natal .
Guerreiros Zulus
Revolta após a Guerra Anglo-Zulu – Guerreiros Zulus
Nos anos seguintes, à Guerra Anglo-Bôer empregadores brancos em Natal tiveram de recrutar trabalhadores agrícolas negros devido ao aumento da concorrência das minas de ouro de Witwatersrand. As autoridades coloniais introduziram mais £ 1 imposto , além do imposto existente para incentivar os homens negros para entrarem no mercado de trabalho. O rei Bambatha, governava cerca de 5.500 pessoas em 1.100 famílias, foi um dos chefes que resistiram à introdução e cobrança do novo imposto.
O rei Bambata, que chefiou uma rebelião em 1906 - um dos heróis que povoaram a infância de Mandela.
O rei Bambata, que chefiou a rebelião em 1906 - um dos heróis que povoaram a infância de Mandela.
O governo do Natal enviou policiais para cobrar o imposto dos distritos revoltados, e em fevereiro de 1906 dois oficiais brancos foram mortos perto de Richmond, KwaZulu-Natal . Instalaram a lei marcial, Bambatha fugiu para o norte para consultar o Rei Dinizulu , que deu apoio tácito ao Bambatha e convidou-o e à sua família para se refugiarem na fazenda real.
Bambatha Guerreiros
Bambatha retornou ao Vale do Mpanza para descobrir que o governo inglês de Natal o tinha deposto como chefe. Reuniu uma pequena força dos adeptos e começou a lançar uma série de guerrilha ataques, usando a floresta Nkandla como base. Após uma série de sucessos iniciais, as tropas coloniais sob o comando do coronel Duncan McKenzie partiu em uma expedição no final de abril de 1906.
Tropas britânicas
Tropas britânicas armadas com fuzis e metralhadoras.
Uma vez que conseguiu ficar frente a frente, cercaram os rebeldes no Gorge Mome, a vitória britânica na batalha desigual era inevitável, dada a grande disparidade de forças. À medida que o sol se levantou, os soldados coloniais abriram fogo com metralhadoras e canhões, em sua maioria rebeldes armados apenas com os tradicionais azagaias (lanças), e escudos de couro.
Cabeça decapitada pelos ingleses
Cabeça decapitada, seus adeptos acreditam que ele fugiu para Moçambique.
Bambatha foi morto e decapitado durante a batalha, no entanto, muitos de seus partidários acreditam que ele ainda estava vivo, e sua esposa se ​​recusou a entrar em luto. O principal aliado de Bambatha, o aristocrata Inkosi Sigananda Shezi de 95 anos de idade, AmaCube clã Zulu (primo e quase contemporâneo do rei zulu Shaka ) foi capturado pelas tropas coloniais e morreu poucos dias depois.
Chefe Sigananda Shezi amaCube, 96, capturado e humilhado pelas Tropas Coloniais
O chefe Inkosi Sigananda Shezi de 95 anos de idade, preso e humilhado pelos ingleses
Entre 3.000 e 4.000 Zulus foram mortos durante a revolta (alguns dos quais morreram lutando do lado do governo britânico de Natal). Mais de 7.000 nativos foram presos, e 4000 açoitados. O Rei Dinizulu foi preso e condenado a quatro anos de prisão por traição.
REFERÊNCIAS
^ Stuart, J. (1913). história da rebelião Zulu 1906 . London: Macmillan and Co.. 581 pp.
^ Indian Opinion, 1906/06/01, Obras Completas de Mahatama Gandhi, 1905
^ "Sergeant Major Gandhi" . Gandhism.net . 3 de março de 2009 .
Wikipédia



















O Apartheid na África do Sul

O ex-presidente Nelson Mandela foi o grande nome do fim do apartheid na África do Sul. Mas o que foi o apartheid? Sustentado pela ideia da supremacia branca, o apartheid foi um regime de segregação racial estabelecido após as eleições gerais de 1948, quando o Partido Nacional Reunido e o Partido Africâner venceram com a promessa de acentuar a separação entre brancos e negros - herança do período colonial de ocupação holandesa e britânica. As legendas formaram o Partido Nacional, que governaria o país até 1994, quando Mandela chegou à presidência.
Mandela antes da prisão
Mas até Madiba (apelido de Mandela) levar o seu partido, o Congresso Nacional Africano, ao poder a maioria negra da África do Sul viveu anos impossibilitada de uma cidadania plena.
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Segregação cotidiana Até 1950, o Partido Nacional já havia banido o casamento interracial e proibido sul-africanos brancos e negros de manterem relações sexuais. No entanto, as bases para o regime do apartheid -  separação em africâner - seriam instituídas naquele ano com a entrada em vigor da Lei de Registro Populacional, que obrigou os cidadãos a serem classificados entre quatro raças oficiais: bantu (africanos negros), mestiços, brancos e asiáticos (cidadãos de origem indiana e paquistanesa).
Os cidadãos não brancos acima de 18 anos eram obrigados a portar um cartão de identidade que os identificasse por raça para circularem em áreas restritas sob o risco de serem presos caso não o fizessem. Em seguida, uma nova lei estipulou que agrupamentos de pessoas não poderiam contar com múltiplas raças, o que levou a uma reconfiguração populacional baseado em deslocamentos forçados.
Além disso, leis agrárias deram à minoria branca - em torno de 20% da população da época - cerca de 80% das terras do país, além de quase a totalidade das terras férteis e dos recursos naturais. Foram banidas as principais organizações de negros, com o partido Congresso Nacional Africano (CNA) e múltiplos sindicatos, bem como a participação eleitoral dos bantus. Ou seja, os negros sul-africanos não tinham direito de votar, muito menos de se candidatar.
Os serviços públicos foram divididos entre cada uma das raças, o que levou os brancos a terem educação e saúde de primeiro mundo e o restante da população a serviços precários. Como resultado dessas e de outras restrições, o contato entre as raças se limitou ao mínimo necessário e, na prática, somente os trabalhadores negros tinham contato com seus patrões brancos.
Pátrias bantus
O segregacionismo ainda viria a ser intensificado durante em 1959, no governo do primeiro-ministro Hendrik Verwoerd, com sua política de desenvolvimento separado e o ato de autogoverno, que criou dez pátrias independentes para os bantus, que ficariam conhecidos como bantustões. 

Africa do Bantustões 
Todos os negros sul-africanos foram designados como cidadãos de uma dessas áreas. O sistema supostamente dava aos negros totais direitos políticos em seus territórios, mas retiravam deles os direitos na África do Sul. No fundo, a iniciativa queria prevenir que os negros se unificassem em uma organização nacionalista. Com isso, mais de 3,5 milhões de pessoas foram removidas à força de suas casas e transferidas para suas novas pátrias.
Em 1976, crianças negras de Soweto - reduto da maioria oprimida nos arredores de Johanesburgo - foram alvejadas com balas de borracha e gás lacrimogêneo quando protestavam contra o ensino da língua africâner. À repressão segiu-se uma onda de protestos e mais violência contra os negros, fato que atraiu críticas da comunidade internacional e, junto de uma crise financeira, ajudou a romper com a ilusão de que o apartheid trouxe paz e prosperidade para a nação.
Pressão internacional
No mesmo ano, o Conselho de Segurança das ONU impôs um embargo à venda de armas para a África do Sul. Em 1985, o Reino Unido e os Estados Unidos impuseram sanções econômicas ao país. A África do Sul também era impedida de participar dos maiores eventos esportivos mundiais, como os Jogos Olímpicos e a Copa do Mundo de futebol, o que reforçava o isolacionismo do país.

No final de década de 1980, durante o governo de Pieter Botha, o Partido Nacional tentou reformar o regime, abolindo a proibição de casamentos interraciais e a obrigatoriedade dos negros de apresentarem permissões para circular no país.
As tímidas mudanças, no entanto, levaram Botha a renunciar em favor de Frederik de Klerk, que logo viria a repelir a Lei de Registro Populacional e grande parte do suporte legal do regime do apartheid. Em 2 de fevereiro de 1990, De Klerk anuncia que o fracasso do apartheid e põe fim às proibições dos partidos, incluindo o CNA. Nove dias mais tarde, Nelson Mandela deixava a prisão após 27 anos encarcerado.
Mandela e De Klerk
Mandela e De Klerk lideraram um período de negociações que enterrou as bases legais do sistema e para garantir uma transição pacífica do país. Uma nova Constituição entrou em vigor em 1994. As eleições do mesmo ano culminaram com a vitória de Nelson Mandela e a um governo de coalizão da maioria não branca, encerrando oficialmente o sistema do apartheid.
fontes: noticias.terra.com.mundo 
         Mubi mubi.com
         http://multipolarfuture.com














quarta-feira, 19 de junho de 2013

A Origem do homem

The Real Eve

Qual a razão de sermos diferentes um dos outros? No documentário ´A Origem do Homem´ entenderemos as respostas para essas e outras questões, utilizando as mais recentes pesquisas nos campos da genética e antropologia.Autor: Discovery Channel       
Duração: 1:31:03

 
 
 
 
 




Muitos cientistas acreditam que os primeiros seres humanos surgiram na África Oriental. Se isso for verdade, por que os humanos são encontrados em quase todos os lugares do mundo?
Qual foi a causa do grande êxodo desses seres humanos? Como conseguiram povoar quase toda a extensão da Terra? Como nossos corpos adaptaram-se com o passar do tempo ao meio ambiente? Descubra de onde viemos em A Origem do Homem.
Realizado pelo “Discovery Channel” e narrado por Danny Glover, o documentário “The Real Eve” conduz-nos por uma viagem no tempo até àquela que terá sido a grande mãe da humanidade - a “Eva genética” - da qual todos descendemos, e cuja origem remonta a África, há cerca de 200 mil anos.
Com um propósito simultaneamente didático e lúdico, o filme consegue responder à questão “Quem nós somos e de onde viemos?”, cruzando o conhecimento de áreas como a genética, a arqueologia e a paleontologia.
Fundamentando os resultados dos cientistas sobre a descoberta da “Verdadeira Eva”, o documentário aborda o conceito de ADN Mitocondrial, transmitido apenas de mãe para filhos, e utilizado para a pesquisa do início das linhagens do ser humano. Através dele, os investigadores conseguiram traçar a génese do homem moderno, assim como os padrões migratórios dos seus descendentes que se espalharam pelo mundo.

Discovery Channel - A origem do homem (The real Eve) Dublado
O filme desmistifica o próprio conceito de “Eva genética”, muitas vezes confundido com a personagem “Eva” relatada no livro do “Génesis” da “Bíblia”. Efetivamente, este termo não indica que a “Eva Mitocondrial” foi a primeira, ou talvez a única mulher existente na Terra, naquela altura. Significa antes que essa foi a única pessoa do sexo feminino capaz de deixar uma linhagem de descendência que chegou até aos dias de hoje, estando no topo da genealogia de todas as pessoas.
Num mundo onde existem vários conflitos étnicos e raciais, este é um documentário especialmente recomendável por demonstrar que, apesar das diferenças, todos estamos ligados pela mesma herança genética.


segunda-feira, 17 de junho de 2013

Somos todos Africanos?

  Não somos todos iguais?
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Nos somos Africanos?
Somos todos Africanos? As nossas raízes vêm de uma origem africana? A África é frequentemente referida como a maternidade da civilização, a religião, como o útero cultural da existência. Havia um artigo antropológico recente, que afirmou que a África foi o origem da humanidade. Ele afirmou que havia sete protótipos da humanidade que de todos os continentes o africano foi o único continente que possuía os sete tipos de seres humanos. Alguns continentes podem ter dois ou três, mas a África tem todos os sete. Descoberta interessante!
Como todos sabemos antes da deriva continental a África era o centro, isto é, quando os continentes eram uma massa de terra chamada Pangeia um supercontinente, que existiu cerca de 200-250.000.000.000 anos. Pangeia também é conhecido como o supercontinente, composto por todos os continentes. O nome original do continente africano, Alkebulan, Também conhecida como a "maternidade da humanidade ou do jardim do Éden." A África passou por ser um nome símbolo para alguns como o do Africano americano nos Estados Unidos.
África já foi citada com os seguinte nomes: Alkebulan, Etiópia, Corphye, Ortegia, Líbia e África. Na América, os Africanos americanos têm sido referidos como Coloridos, Pretos, Negros, afro-americanos e Africano americanos, Eu descobri fazendo minha pesquisa na documentação federal para registros sobre os afro-americanos a partir de 1860 até o presente. Eu não acho que qualquer outro grupo tem experimentado tantos nome numa metamorfose.
A África também é a origem da maioria das religiões e Alkebulan é dado o crédito para as mais antigas origens. O nome Alkebulan para o continente foi utilizada pelos mouros, núbios, númidas, Khart-Haddans (Cartagineses) e etíopes. África, é o nome equívocado atual adotado por quase todos, África foi o nome dado a este continente pelos antigos gregos e romanos. Os gregoa estava indo para mudar o planeta com a helenização com Alexandre, o Grande liderando o caminho! (Sem ofensa gregos que também são uma parte da minha própria linhagem.)
Então, eu poderia dar-lhes um demonstração de como a África é a maternidade de todas as religiôes, um assunto que merece a atenção individual num artigo único. Então, você vai ver as provas, os vídeos, as teorias, os livros que sustentam a minha afirmação. Houve ligações genéticas para toda a humanidade proveniente da África. Então, somos todos africanos? Assim celebrar o Natal e o Chanucá (celebração judia) incorporando algumas partes da Kwanzaa (celebração afro-americana que tem início no dia 26 de Dezembro) será o respeito para sua origem?
Você já teve uma experiência com Malcolm X em que somos todos iguais? Do ponto de vista antropológico não há recursos que são exclusivos de qualquer grupo étnico, o que significa que todos os recursos são distribuídos igualmente. Opa, lá se vai a teoria da raça, que é outra peça do quebra cabeça. O DNA diz que todos nós somos 99,99 por cento iguais falando geneticamente. Você é o juiz, balance os dreads loiros ou de cada cor, vermelho, marrom, preto, laranja, verde e azul! Salve!

 

UMA RAÇA?


 

DNA comprova somos todos Africanos!

Fonte: brittvan22
http://brittvan22.hubpages.com/hub/Are-we-all-African










terça-feira, 11 de junho de 2013

VIVA o Acarajé foi liberado!

Acarajé que será vendido na Arena Fonte Nova durante a Copa custará R$ 8
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Baianas receberão treinamento especializado para atender o público na Copa
Foto: Alessandra Lori/Secopa-BA
Mellyna ReisDo NE10/Bahia
A Secretaria Estadual para Assuntos da Copa do Mundo 2014 (Secopa-BA) apresentou nesta sexta-feira (7) os detalhes sobre o esquema da venda de acarajés dentro da Arena Fonte Nova, em Salvador, durante a Copa das Confederações. Patrimônio imaterial tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacionalradicional (Iphan), o quitute tradicional na Bahia será vendido a R$ 8 com camarão e R$ 6 sem o crustáceo.
O anúncio foi feito no Hotel Portobello, em Ondina, com a presença da Associação Nacional das Baianas de Acarajé (Abam), da Secrataria Municipal da Copa do Mundo da FIFA Brasil 2014 (Ecopa), patrocinadores e representantes da Arena. Seis baianas e os respectivos auxiliares, totalizando 32 pessoas, atuarão em uma área especialmente criada para as equipes dentro da área do 'Commercial Display', onde estarão as marcas que patrocinam o torneio.
LEIA MAIS:
» Fifa libera venda de acarajés na Copa das Confederações

O local é anterior a passagem do torcedor pelas catracas do estádio, cujo acesso é liberado apenas para quem tiver ingresso em mãos. Os torcedores também serão liberados a entrar no estádio com acarajé, mas as bebidas só poderão ser levadas em copos plásticos. O investimento estimado para a construção das estruturas onde as vendedoras serão acomodadas é de R$ 20 mil e será custeado pelos próprios patrocinadores do evento.

» Confira o vídeo da maquete do local onde ficarão as baianas de acarajé:

"Estamos consolidando um trabalho iniciado há vários meses. Agora, está garantido a presença deste grande patrimônio da Bahia na Copa. As baianas não só estarão presentes, como serão instaladas no melhor espaço disponível", destacou Isaac Edington, secretário municipal da Copa.
Na próxima semana, as baianas e equipes participarão de um treinamento que será oferecido pelo Senac sobre manipulação de alimentos, higiene pessoal e atendimento ao público, para garantir a qualidade e o padrão do atendimento. Além da capacitação, os técnicos do Senac farão duas visitas para observar a atuação no ponto de venda e o local de preparação dos produtos.

Turistas poderão conferir os cardápios em inglês e espanhol (Foto: Secopa-BA/divulgação)
Um cardápio em português, inglês e espanhol foi desenvolvido pelo Sebrae com o apoio da Abam, onde traduzem os ingredientes e quitutes que serão vendidos. Para evitar acidentes, as baianas utilizarão fogão. Serão oferecidos ao público acarajé, abará (cujo preço será o mesmo do acarajé), bolinho de estudante, cocadas e passarinha. O valor corresponde às despesas das baianas com os produtos e a equipe de auxiliares.
Segundo a presidente da Associação, Rita Santos, das seis profissionais escolhidas para trabalhar na Copa, três já atuavam na antiga Fonte Nova e as demais estiveram envolvidas no movimento para garantir a presença do acarajé na Arena. "Já ganhamos essa primeira batalha, mas nossa luta continua, porque agora queremos que as baianas também possam vender seus quitutes nos jogos dos campeonatos estadual e nacional", comentou.

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Fonte UOL




segunda-feira, 10 de junho de 2013

A Incrível Jornada Humana

 O documentário da BBC apresentado pela TV “Escola A Incrível Jornada Humana” (em inglês The Incredible Human Journey) é extremamente agradável e didático. Além de mostrar a forma incrível dos seres humanos, extremamente fracos como espécie animal de terem sobrevivido, mostra como foi colonizado todo o planeta com pioneiros caminhando.
A série traz todo o questionamento, das diversas hipóteses do surgimento da espécie humana e das diversas dúvidas e lacunas. A TV Escola, infelizmente só pode ser vista nas TV à cabo ou na Internet, o acréscimo do canal são as dicas como apresentar como material didático na sala de aula.
A incrivel jornada humana Texto
Assisti o primeiro episódio está no final do artigo (são cinco um para cada continente), e entusiasmado assistimos o segundo e o terceiro pela Internet. Nessa maratona de documentários vimos informações que não são transmitidas nos livros publicados em português aqui no Brasil. Com uma forma muito didática. Pela duração não acredito que haja possibilidade de ser empregado como material de uso em aula. Mas pode ser indicado aos alunos e trechos podem ser discutidos.
O mais interessante é o prazer que nos dá, em conhecer a nossa própria história. Um documentário escrito por uma acadêmica, com uma linguagem dinâmica de televisão . Sessão de cinema educacional com pipoca.
Estou colocando o link da versão da Internet, legendada e a versão da TV Escola é dublada. A versão na Internet é a original, há vários cortes na versão dublada onde a apresentadora, cientista e escritora inglesa Alice Roberts autora da série foi completamente retirada, imagino que seja uma versão feita para os Estados Unidos.
A proposta da série e o resumo do primeiro episódio.
A Incrível Jornada Humana em inglês The Incredible Human Journey é um documentário de ciência em cinco episódios e um livro de acompanhamento, escrito e apresentado por Alice Roberts. Transmitido pela primeira vez no BBC de televisão em maio e junho de 2009, no Reino Unido. Explica a evidência para a teoria de migrações humanas primeiros fora da África e, posteriormente, em todo o mundo, apoiando a teoria “Out of Africa”.
Esta teoria afirma que todos os seres humanos modernos são descendentes anatomicamente do moderno Homo Sapiens Africano ao invés do mais arcaico Homo Neanderthalensis existentes na Europa e Oriente Médio ou do nativo chinês Homo Pekinensis , e o moderno Homo Sapiens Africano não cruzou com as outras espécies do gênero Homo . Cada episódio diz respeito a um continente diferente, e a série conta com cenas filmadas em locações em cada um dos continentes em destaque. O primeiro episódio foi ao ar na BBC , 10 de Maio de 2009.

Pode conter revelações sobre o episódio, recomendável ler depois de assistir.

1. “Out of Africa” em português Fora da África

No primeiro episódio, Roberts introduz a ideia de que a análise genética sugere que todos os humanos modernos são descendentes de africanos. Ela visita o local da etnia Omo  na Etiópia , que são as mais antigas conhecidas de humanos anatomicamente modernos .Ela visita o "povo San" da Namíbia para demonstrar o estilo de vida caçador-coletor . Na África do Sul , visita o Pinnacle Point , para ver a caverna em que os primeiros humanos viveram. Então, explica que a genética sugere que todos os não-africanos podem descer de um único, pequeno grupo de africanos que deixaram dezenas continente há milhares de anos.Ela explora várias teorias sobre a rota eles tomaram. Ela descreve o local de Jebel Qafzeh em Israel como um provável beco sem saída para a migração Humana.  A partir de um travessia de Suez , vê uma rota através do Mar Vermelho e ao redor da costa da Arábia como a rota mais provável para os modernos ancestrais humanos, especialmente tendo em conta os níveis do mar mais baixos da passado.

Fontes Bristol University.
BBC e Wikipédia











domingo, 9 de junho de 2013

Refugiados no Brasil chegam a 4.250

Número de refugiados no Brasil chega a 4.250


Brasília – A menos de duas semanas do Dia Mundial do Refugiado, um grupo de estrangeiros se reuniu hoje (8) em Brasília em um restaurante, fundado por refugiados cubanos. No cardápio, a comida típica de Cuba: arroz, feijão, carne e legumes. Nos depoimentos, os homenageados fizeram declarações de amor ao Brasil e às conquistas obtidas no país. O secretário nacional de Justiça, Paulo Abrão, disse à Agência Brasilque há 4.250 refugiados no país, de mais de 70 nacionalidades. Os maiores grupos são oriundos da Colômbia, de Angola e da Libéria.


Paulo Abrão, secretário nacional de Justiça (Marcello Casal Jr/ABr)  
“Procuramos receber todos com solidariedade e seguindo as orientações internacionais”, ressaltou Abrão, que participou do almoço oferecido pela família de Guillermo Pérez, refugiado cubano, na cidade de Riacho Fundo, que fica a cerca de 30 quilômetros do Plano Piloto de Brasília.
Os irmãos cubanos Laura e Guillermo Pérez Júnior não se cansam de elogiar o Brasil e o que conseguiram conquistar, depois que chegaram ao país. “Amo muito Cuba, lá estão todas as minhas raízes, mas aqui no Brasil consegui ter oportunidades e ganhar meu dinheiro”, disse Júnior, que é formado em curso técnico superior de engenharia mecânica e está no Brasil há dois anos.
 
Aos 21 anos, Laura Pérez está no Brasil há quatro anos e no final de 2013 concluirá o curso de administração superior. “Valeu muito a pena ter vindo para cá. Quero morar minha vida inteira no Brasil e só sair daqui para viajar pelo mundo”, disse ela, em um português perfeito. O amigo Gustavo Acoste Marrero, formado em curso técnico superior de gastronomia, também elogia.
“Tive dúvidas sobre vir para o Brasil, porque tenho uma filhinha e tive de deixá-la com a mãe em Cuba, mas quando vi que conseguia reunir em três meses uma quantia de dinheiro que era preciso um ano no meu país, resolvi ficar”, disse Gustavo Marrero.
O restaurante Laura, que serve de local de encontro para refugiados, foi fundado pelo casal Guillermo Vitón e Loida Labrada, que chegou a Brasília em 2009 e teve a condição de refúgio reconhecida pelo governo brasileiro. Ambos são formados em gastronomia e deixaram seu país em decorrência de suas atividades políticas.
O Dia Mundial do Refugiado é comemorado em 20 de junho, de acordo com a resolução da Assembleia Geral das Nações Unidas, aprovada no ano 2000. Criada em 1950, o Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (Acnur) é considerada uma das maiores entidades humanitárias do mundo, com representações em mais de 120 países.
Edição: Juliana Andrade
Renata Giraldi - Portal EB C08.06.2013 - 16h32 |